Soluções
Inteligência de dados para cada decisão em saúde
Quatro frentes complementares que levam sua instituição do dado bruto à decisão clínica, operacional e estratégica — com governança e LGPD por padrão.
Analytics Clínico
Transforme o prontuário eletrônico em uma fonte contínua de melhoria assistencial, com indicadores de desfecho, aderência a protocolos e segurança do paciente atualizados diariamente.
- Indicadores de desfecho clínico por linha de cuidado, ajustados por complexidade e perfil epidemiológico.
- Monitoramento de aderência a protocolos assistenciais (sepse, AVC, dor torácica) com alertas de desvio.
- Vigilância de eventos adversos e infecção hospitalar com detecção assistida por regras e NLP.
- Comparabilidade: benchmarks internos entre unidades e externos com bases públicas (DATASUS, ANS).
BI Hospitalar
Uma única fonte da verdade para a gestão: ocupação, fluxo de pacientes, produção, faturamento e glosas integrados em painéis executivos e operacionais, atualizados sem intervenção manual.
- Painéis executivos com os indicadores estratégicos da operação hospitalar, do pronto atendimento ao centro cirúrgico.
- Gestão de leitos em tempo quase real: ocupação, previsão de altas e gargalos de liberação.
- Ciclo de receita: glosa inicial e recuperada, margem por convênio e por linha de serviço.
- Alertas automáticos por e-mail e mensageria quando indicadores críticos saem da meta.
Interoperabilidade de Dados
Conectamos HIS, LIS, PACS, ERP e a RNDS em uma camada de dados unificada baseada em HL7 FHIR — a fundação técnica para analytics confiável e IA responsável.
- Servidor FHIR como fachada de leitura e escrita sobre sistemas legados, sem substituição de sistemas.
- Perfis nacionais RNDS e terminologias padronizadas: LOINC, SNOMED CT e TUSS.
- Pipelines de dados com linhagem completa, qualidade auditável e anonimização LGPD por padrão.
- Eventos em tempo real (Subscriptions) para alimentar alertas clínicos e modelos preditivos.
IA Preditiva em Saúde
Modelos preditivos integrados ao fluxo assistencial: risco de readmissão, deterioração clínica, demanda de leitos e absenteísmo — sempre com explicabilidade e monitoramento de drift.
- Score de risco recalculado a cada novo evento clínico, exibido dentro do fluxo de trabalho da equipe.
- Explicabilidade obrigatória: os fatores que elevam o risco de cada paciente são visíveis e auditáveis.
- Protocolos acoplados: alto risco dispara ações concretas, como plano de alta assistida e telemonitoramento.
- Governança de modelos: validação clínica, monitoramento de desempenho e reavaliação periódica.